quarta-feira, 15 de junho de 2011

OFICIAL - Peñarol x Santos #FinalLibertadores




- Santos e Peñarol, que começam a disputar o título da Taça Libertadores 2011 nesta quarta-feira, às 21h50m (horário de Brasília), no estádio Centenário, em Montevidéu, provaram que times de camisa, de tradição, jamais podem ser dados como mortos.
Rivais históricos, as duas equipes sofreram para chegar à decisão. No meio do caminho, foram consideradas cartas fora do baralho. Mas persistiram, lutaram, renasceram. As camisas pesaram. Agora, se encontram na final da competição mais cobiçada do continente. O jogo de volta será quarta-feira que vem, dia 22, no Pacaembu, também às 21h50m.
Os dois times têm história de sobra. Em campo, serão sete títulos de Libertadores (dois do Santos e cinco do Peñarol) e cinco mundiais (dois dos brasileiros; três dos uruguaios).














Muricy Ramalho, técnico do Santos: “O Peñarol é um time de camisa, tradição, chegou com moral à final e será um adversário duríssimo. Mas nós também temos nossas qualidades e vamos em busca do título”.


Diego Aguirre, técnico do Peñarol: “Neymar é um grande jogador, mas não é o único. O Santos tem outros importantes futebolistas que merecem toda nossa atenção”.



- Santos e Peñarol se encontraram pela última vez no dia 26 de setembro de 1996, pela extinta Supercopa dos Campeões da Libertadores. O jogo foi disputado no estádio do Ibirapuera, pois a Vila Belmiro estava fechada para reforma do gramado. O Alvinegro venceu por 3 a 0, gols de Sandro, aos 8, Vagner, aos 19, e Alessandro, aos 32 minutos do segundo tempo. O Peixe jogou com: Sérgio, Anderson Lima, Sandro, Narciso (Jean) e Marcos Adriano; Marcos Assunção, Carlinhos, Vagner e Robert; Jamelli (Camanducaia) e Alessandro. Técnico: José Teixeira. Já o Peñarol teve: Navarro, Gutierrez, Henrique De Los Santos, Lima e Adinolfi; Tais, Pereira e Gonzalo de los Santos; Bengoechea (González), Pacheco (Rodríguez) e Sosa (Rotundo). Técnico: Jorge Fossatti.








Creditos:  Moderadora Nany Moraes

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